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Campina Grande: de braços abertos para receber os amantes do forró

Com fama de realizar o ‘Maior São João do Mundo’, a aconchegante e animada cidade de Campina Grande, no interior da Paraíba, recebe mais de 1,5 milhão de visitantes durante o mês de junho
O Dia, 08 de junho de 2010

Rio - Situada bem no centro do Estado da Paraíba, a ‘Rainha da Borborema’, como é conhecida Campina Grande, mostra porque lidera geográfica e politicamente os outros 60 municípios ao seu redor. Sempre se destacando no setor de prestação de serviços e no comércio, é também forte referência tratando-se da produção de tecnologias. Fora isso, a alegre cidade fica ainda mais animada durante o mês de junho, quando é dada a largada para o ‘Maior São João do Mundo’.



É no mês de junho que Campina Grande vira um dos mais procurados destinos turísticos do País: a famosa festa de São João acontece no Parque do Povo e tem mais de 200 quadrilhas.

Distante apenas 125 km da capital João Pessoa, a cidade possui povo hospitaleiro e clima friozinho, porém, aconchegante. As belezas de suas terras foram cantadas por grandes nomes da música nordestina, como Jackson do Pandeiro.

Milhares de pessoas em todo o Brasil aguardam ansiosamente o mês de junho, para poderem ir e se acabar de dançar no ‘São João de Campina Grande’. O palco é o famoso Parque do Povo, com 42.500 m² dando espaço para centenas de barracas de comidas típicas, shows de artistas consagrados do mundo do forró e apresentações de mais de 200 quadrilhas.

A sensação é sem igual. São 30 dias de muita energia boa, diversão, música e comida de dar água na boca. É impossível sair da festa sem se arriscar a dançar um forró pé-de-serra com um paraibano arretado ou comer um feijão verde com farofa d’água e macaxeira. Dá até água na boca!

Vizinho ao Parque do Povo é montado o Sítio São João, um arraial cenográfico, retratando os hábitos de uma comunidade rural, inclusive na maneira de cozinhar e dormir. Vale a pena conhecer.

Outra atração é o ‘Trem do Forró, que sai da Estação Velha, em Campina, e seguindo até a cidade de Galante. Durante todo o trajeto, o mais autêntico forró rola nos vagões, não deixando ninguém parado.

Para quem gosta de roteiros culturais, visite a galeria de Arte Assis Chateaubriand, com obras de Portinari e Pedro Américo, e o Museu Histórico, um prédio datando de 1814, que reúne painéis, mapas e fotos da cidade. E, para fechar, conheça o Museu do Algodão, na antiga ferroviária. Ele conta como o algodão ajudou a impulsionar a economia de Campina no início do século 20.

Um pouco de história

Segundo os historiadores, antes de ser colonizada em 1697, Campina Grande foi uma aldeia indígena de Ariús, comandada pelo capitão-mor Teodósio de Oliviera Ledo. Seu nome provavelmente foi originado da topografia do local: plana repleta de baraúnas, paus-d’arco, aroeira, angicos e mulunguzeiros, dando à região as características de uma imensa campina.

No ano de 1698, um frade de João Pessoa chega à cidade com o intuito de catequizar os índios. Da mesma forma, uma carta Régia datada de 13 de janeiro de 1701 mandava que uma capela fosse construída e que houvesse um capelão de plantão.

As terras de Campina Grande eram muito férteis e para a plantação de mandioca, milho e cereais. Com isso, a cidade tornou-se ponto obrigatório de ligação entre o litoral e o sertão.



O Parque do Povo totalmente tomado pela multidão | Foto: Reprodução Internet

O que fazer e ver

AÇUDE NOVO. O Açude Novo ou Parque Evaldo Cruz, fica próximo ao Parque do Povo, no Centro da cidade. Possui formato circular, rodeado com muitos bancos e árvores. Alguns pequenos restaurantes também ficam por ali. Um grande obelisco marca o local, que, no passado, já foi, de fato, um açude.

AÇUDE VELHO. Foi o primeiro açude de Campina Grande, construído por causa da forte seca que afetou o Nordeste entre os anos de 1824 e 1828. Por quase um século, foi considerado o maior açude de Campina Grande. Ali localizam-se os monumentos símbolos da cidade: ‘Os Pioneiros’ e as estátuas de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.

MONUMENTO TROPEIROS DA BORBOREMA. Este monumento localizado às margens do Açude Velho é uma homenagem aos índios Cariris, Jesuítas e aos antigos colonizadores de Campina Grande.

PARQUE DAS PEDRAS. Localiza-se entre os municípios de Campina Grande e Pocinhos. Sua bela fauna e flora podem ser apreciadas por todos os visitantes.

PRAÇA DA BANDEIRA. A Praça da Bandeira, ou Praça dos Pombos, é o principal ponto de encontros devido principalmente a sua posição estratégica, no coração do centro da cidade.

MUSEU HISTÓRICO. Av. Mal. Floriano Peixoto, 825 - Tel: (83) 3310-6182. Sua construção teve inicio em 1812, sendo inaugurado em 1814. Durante 60 anos, o prédio serviu como cadeia no térreo e ‘Casa da Câmara’ no primeiro andar. Hoje, como museu, possui em seu acervo diversos artigos históricos como fotografias, mapas, móveis, veículos, ferramentas, entre outros.

TEATRO MUNICIPAL SEVERINO CABRAL Av. Floriano Peixoto, s/nº - Tel: (83) 3322-2441 - www.teatroseverinocabral.com.br. Localizado no coração da cidade, o teatro foi construído pelo então prefeito na época, Severino Bezerra Cabral, em 1963. Sua estrutura física foi inspirada em um apito e idealizada pelo arquiteto Geraldino Pereira Duda, que adicionou linhas modernas à construção. O teatro já passou por duas reformas desde a inauguração. O local tornou-se um templo das artes campinenses e cenário de diversos eventos nacionais e regionais.

MUSEU HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE CAMPINA GRANDE. Av. Floriano Peixoto, 825. O prédio que abriga o Museu teve sua construção iniciada em 1812, sendo inaugurado em 1814. Primeiramente, a parte térrea serviu como cadeia e no primeiro andar funcionava a da Câmara. E assim funcionou por 60 anos. Dizem que Frei Caneca (um dos líderes da Revolução Pernambucana) ficou preso no andar térreo deste prédio. Seu acervo se dedica ao desenvolvimento histórico, social e cultural de Campina Grande, contendo mapas, fotos, móveis, veículos, armas, entre outros. Todos contando a história da cidade.

MUSEU LUIZ GONZAGA. O museu, uma bela homenagem ao rei do baião, reúne cerca de 5 mil discos, fotos, entrevistas, jornais e filmes sobre Luiz Gonzaga. Além de ser aberto para visitação ao público, faz o trabalho de divulgar as músicas regionais e nacionais, servindo como um centro de pesquisas musicográficas.

MUSEU DO ALGODÃO. R. Benjamim Constant, s/n (Estação Velha) - Tel: (83) 3341-1039. O prédio onde hoje se encontra o museu é uma antiga estação ferroviária de 1907, ocasião da chegada do primeiro trem a Campina Grande. O museu foi criado pela Embrapa Algodão na década de 70. Seu acervo guarda os avanços tecnológicos da pesquisa agropecuária no Brasil.

GALERIA DE ARTE ASSIS CHATEAUBRIAND. Av. Marechal Floriano Peixoto, 718 - Tel: (83) 3341-1947 - Funcionamento: Seg a sex de 14h às 17h. Com estrutura moderna, este museu foi inaugurado em 1967 e seu acervo foi doado pelo jornalista paraibano Assis Chateaubriand. No acervo encontramos obras de Anita Malfatti, Portinari, Pedro Américo, Foujita, Eliseu Visconti, Frans Krajcberg, Antônio Dias, Juan Genovês, Djanira e muitos outros.

SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO INGÁ. Acesso pela BR-230 (direção João Pessoa). Para quem gosta de história e geologia, a Pedra do Ingá guarda dezenas de símbolos entalhados. Os desenhos foram atribuídos à populações indígenas, mas nada foi 100% comprovado até hoje. O museu do local não se encontra em boa conservação. Está a 46km de Campina Grande.

PARQUE DO POVO. Com uma extensão de 42 mil m², é aqui, no mês de junho, que cerca de 300 barracas, abrigando bares e restaurantes, um palco enorme para shows, grupos de danças folclóricas e quadrilhas juninas se unem formando o Maior São João do Mundo. O local é totalmente aberto, proporcionando livre circulação. A fogueira gigante é um dos atrativos mais bacanas do local. Os grandes shows geralmente iniciam por volta de meia-noite seguindo madrugada adentro com muita dança e animação.

TREM DO FORRÓ. Um dos programas imperdíveis de Campina Grande. Ir até lá no São João e não dar uma volta no Trem do Forró é um desperdício. O trem sai da Estação Velha em Campina às 10h e vai até a cidade de Galante. No percurso, o mais autêntico forró pé de serra rola nos vagões. Após o percurso de aproximadamente 1h15, chega-se a Galante. A recepção é feita com quadrilhas e barracas de comidas típicas, da pamonha ao arrumadinho de feijão verde. Quatro horas depois de muito forró e animação, é hora de retornar a Campina e a bagunça é a mesma. Chegando, a melhor opção é ir direito para o Parque do Povo aproveitar o Maior São João do Mundo.

Saiba mais

Desde 1983, Campina Grande realiza o Maior São João do Mundo. A festa dura os 31 dias do mês e acontece no famoso Parque do Povo. Lá dentro encontramos o Arraial Luiz Gonzaga, a Pirâmide Jackson do Pandeiro, Arraial Hilton Motta e o Centro de Arte e Cultura Popular. A cada ano toda a cidade se prepara para viver, durante o mês de junho, um clima de alegria e animação sem igual. Com muita música nordestina, é quase impossível ficar parado. Ainda mais quando entram pelo meio do povo as diversas quadrilhas com suas belas coreografias e roupas coloridas. O calor da fogueira e as luzes completam o cenário da festa, que mantém viva a cultura popular nordestina repleta de crenças, danças e músicas.

Serviço

COMO CHEGAR
Ônibus: A empresa Itapemirim (www.itapemirim. com.br) faz o trecho. Aproximadamente 40h de viagem. A partir de R$ 310.
Avião: Voar de Gol (www.voegol.com.br) até Campina Grande ou de Tam (www.tam.com.br) até João Pessoa.

CIRCULAR
Sem dúvida, a melhor forma de circular por Campina Grande é de táxi. Estão por toda parte a preços bem acessíveis.

DORMIR
Village
R. Otácio Nepomuceno, 1285.
Tel: (83) 3310-8001 www.hoteisvillage.com.br
Diária: a partir R$ 530 (2 dias) e R$ 1690 (4 dias). Ambas em quarto duplo com café da manhã.
Hotel Serrano
Rua Tavares Cavalcante, 27.
Tel: (83) 3341-3131 www.hotelserranopb.com.br
Diária: a partir R$ 500 (2 dias) e R$ 1560 (4 dias). Ambas em quarto duplo com café da manhã.
Marc Center
Av. Getúlio Vargas, 369.
Tel: (83) 3315-1397 - www.marccenterhotel.com
Diária: a partir R$ 540 (2 dias) e R$ 1640 (4 dias). Ambas em quarto duplo com café da manhã.

COMER
O Bananal
Estrada p/ Lagoa Seca, km 3,5.
Tel: (83) 3321-0374
Média: R$ 20 a R$ 40 (casal).
Experimente o picadinho acompanhado de feijão verde, arroz, macaxeira, farofa de cuscus e vinagrete. Comida regional.
Manoel da Carne de Sol
R. Félix Araújo, 263.
Tel: (83) 3321-2877
Média: R$ 15 a R$ 25 (por pessoa)
Não deixe de comer a famosa carne de sol acompanhada de feijão verde, arroz, farofa matuta, vinagrete, macaxeira. Comida regional.
15.06.2010

 

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