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Tem choro no forró

Ele já misturou forró com música clássica, rock, heavy metal e blues. Agora, é com o choro que flerta o fluminense Oswaldinho do Acordeon: em Forró chorado (Guaruba) ele reúne composições dos dois gêneros musicais, além de duas autorais. Com bons arranjos e instrumentação semelhante à do forró, o disco conta com produção de Thiago Espírito Santo, talento da cena instrumental brasileira, que toca guitarra e baixo em todas as faixas.
“Sempre gostei de experimentar e percebi que o choro e o baião sempre andaram juntos. Luiz Gonzaga, na época do LP, gravava com Reginaldo Canhoto”, diz Oswaldinho. Com o mote na cabeça, partiu para a pesquisa de repertório, ao lado de Thiago, contemplando choros de Luiz Gonzaga, Altamiro Carrilho, Gaúcho, Orlando Silveira e Sivuca, entre outros. Os dois também selecionaram composições menos conhecidas da ala tradicional do gênero.
“Formei-me na música erudita e estudei música clássica por 16 anos para conhecer meu instrumento e poder escrever partitura. Antes, tentava gravar igual aos outros sanfoneiros e era apenas mais um. Aí, resolvi fazer essas fusões. A primeira música do disco, a faixa-título, define bem essa junção”, observa o acordeonista. Em vários momentos do disco, o ritmo é do forró, mas basta ouvir com certa atenção para reconhecer o fraseado do choro na sanfona. A mistura é interessante.
Vibrafone Uma das curiosidades do disco está na faixa Músicos e poetas (Sivuca), nas qual o percussionista Ricardo Valverde toca, além do pandeiro, vibrafone. “É a primeira vez que isso ocorre no choro”, assegura Oswaldinho. Das 11 faixas, oito são instrumentais. As canções presentes no trabalho são Meu Cariri (de Rosil Cavalcanti), Forró em Caruaru (Zé Dantas) e Na alegria do seu aniversário um choro (Oswaldinho), todas cantadas por Bia Goes.
O álbum foi gravado entre fevereiro e março do ano passado, em São Paulo. Além do percussionista Ricardo e do produtor Thiago (baixo e guitarra), a banda que acompanhou o acordeonista é formada por Ari Silva (zabumba e agogô) e Kacá Albuquerque (triângulo e shaker). Outra participação especial é de Washington Luiz, que toca saxofone soprano na faixa que escreveu para o trabalho, intitulada Oswaldinho no choro.
Entre as outras faixas que completam o repertório estão Viajando (K-Ximbinho), Gracioso (Altamiro Carrilho) e, em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga, Treze de dezembro, escrita pelo rei do baião e Zé Dantas, com letra feita posteriormente por Gilberto Gil .
Ópera Com agenda cheia de apresentações pelos estados do Norte e Nordeste, Oswaldinho já pensa na próxima fusão, previamente batizada por ele de “forrópera”. Ciente do alcance que o projeto pode ter, o músico segue na certeza de que, para ser internacional, é preciso ser o mais nacional possível.
“Não adianta sair daqui para levar coisas que todos conhecem, um som de guitarra, baixo e bateria. A gente tem de levar coisas que gerem perguntas. ‘O que é isso?’, ‘De onde veio?’, ‘Quem é?’”, analisa. Ele acredita que seu disco Forró in concert (1980) ajudou a derrubar preconceitos em relação ao acordeom e que hoje grava “de Luiz Gonzaga a Astor Piazzolla”.
“Toquei a Sinfonia nº5, de Beethoven, em forró no festival de Montreux. No jornal saiu assim: ‘A heresia competente no Festival de Montreux’. Gostei e logo vi que esse era o caminho, a mistura. Fui esculhambado por um grande maestro, mas mostrei minha partitura e provei a ele que estava seguindo à risca o que havia sido escrito no clássico, só havia mudado o ritmo. A música clássica passou a ser dançada e não só ouvida, mas o maestro não aceitava isso. Era muito conservador”, lembra.
in Divirta-se - MG, 04.07.2012

 

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